Sociedade estranha
Pessoa catanha
Sempre se diz diferente
Com sua mascara contente
Sociedade alienada
A frente da TV sentada
A frente do PC sentada
Sem saber de sua jornada
Multidões auto intituladas
Multidões altamente desesperadas
Uma criança anarquista
Sem saber o que conquista
Derrepente vejo uma luz
Vejo o que a conduz
Nada alem do velho medo
Um revoltado em seu enredo
Agora que curado observe
E veja o que nos serve
Homem amaldiçoado
Uma sensação de compaixão
Amadeus Marcondes de Castro
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