quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Sociedade Dormente


Sociedade estranha
Pessoa catanha
Sempre se diz diferente
Com sua mascara contente

Sociedade alienada
A frente da TV sentada
A frente do PC sentada
Sem saber de sua jornada

Multidões auto intituladas
Multidões altamente desesperadas
Uma criança anarquista
Sem saber o que conquista

Derrepente vejo uma luz
Vejo o que a conduz
Nada alem do velho medo
Um revoltado em seu enredo

Agora que curado observe
E veja o que nos serve
Homem amaldiçoado
Uma sensação de compaixão


Amadeus Marcondes de Castro

Nenhum comentário:

Postar um comentário